Profissionais da área de educação física devem ter boa disposição e coordenação motora

Continuando nossa série sobre os profissionais voltados ao combate à obesidade, hoje vamos falar sobre o educador físico.

Um dos principais fatores que contribui a obesidade é o sedentarismo, ou seja, a falta de atividade física. Pesquisadores de universidades dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Noruega divulgaram em julho passado os resultados de uma pesquisa que revelam que baixos índices de atividades físicas da população de um País, são melhores indicadores de mortalidade, por isso, os níveis de exercícios devem ser considerados como um sinal vital.

O profissional da área de educação física cabe a realização de testes de avaliação física, elaboração e acompanhamento de programas de exercícios. Definir as atividades mais indicadas para cada pessoa, fornecendo orientações sobre intensidade e frequência da atividade física também estão no escopo deste trabalho.

Ele pode atuar também como consultor, lecionar ou trabalhar com recreação.

Entre os requisitos para atuar na área, além de gostar da prática esportiva, é necessário ter boa disposição, e coordenação motora, saúde em ótimo estado, bons reflexos, resistência física e facilidade de comunicação. Atualização constante sobre novos estudos e métodos também são importantes.

O curso superior passou, recentemente, a ser obrigatório para quem atua na área, seja como professor ou personal trainer. E as oportunidades para este especialista só tendem a aumentar, embora os salários, em média, não sejam atrativos.

A preocupação com o bem estar é crescente, assim como a inserção desse profissional em equipes multidisciplinares para tratamento de várias questões de saúde.

O crescimento expressivo do número de academias em todo o Brasil deve contribuir para manter o mercado aquecido, assim como as novas oportunidades em empresas e consultorias.

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